Blog Cultural Textos & Contextos


A CULPA DA CÚPULA.

 

 

 

A cúpula tem grande parcela de CULPA;

Entretanto, dificilmente pede desculpa.

E o Silvinho bem sabe dessa CULPA,

Mas mesmo abandonado desculpa.

 

Não se sabe até onde ele desculpa,

Pois o recado já foi lançado à cúpula.

Se não ajudar, ele conta todas as CULPAS,

Que finge não saber a CULPADA cúpula.

 

Ontem, Silvinho teve amnésia das CULPAS,

E, da tumba, Freud deve tá pedindo desculpa,

Por, surpreendentemente, não conseguir explicar

 Tantos CULPADOS e CULPAS de uma só cúpula!

 

E vários brasileiros ainda parecem não sentir culpa

Por terem, esperançosos, votado na cúpula da CULPA.

As pesquisas mostram a “força” do chefe da cúpula,

Que, inescrupulosamente, não reconhece SUA CULPA.

 

 

 

Redigida ao som da indignação, amargando a sensação de impunidade e de que a corrupção e a imoralidade venceram a esperança.

Yuri Monteiro Brandão – YMB – AL.



Escrito por Yuri Monteiro Brandão às 18h04
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MABS, MEU AMOR.

 

 

És mulher e tens irresistível sabor.

Só me resta degustar-te com fervor.

E, de tão faceira, logo me conquistaste,

De tal sorte que meu coração abalaste.

 

És bela, linda, formosa e também flor;

E à minha vida dás muita, muita cor.

Amo-te como nunca pensei amar alguém

E sem ti, hoje, não sou mais ninguém.

 

És vida, um viver com esplendor;

Por isso, tu és símbolo do meu amor.

Por ti me sinto verdadeiramente amado

E pelo Pai fui, logo, mui glorificado.

 

És o próprio amor, que em mim brotou,

E cresceu e na minha feliz vida ficou,

Para mostrar-me qual o sentido do AMOR,

Que somente aprendi com o teu ideal calor.

 

 

 

Escrita ao som de “Um Amor Puro”, de Djavan, degustando os doces momentos que passei e passo ao lado de Márcia Alyne Bomfim da Silva (MABS), a mulher que amo e por quem sou realmente apaixonado. A flor acima é um dos símbolos do nosso amor.

Yuri Monteiro Brandão – YMB – AL.



Escrito por Yuri Monteiro Brandão às 18h01
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Semana passada, dia 03/05, se comemorou o Dia do Sertanejo. Como estava viajando e sem computador, publico agora esta singela homenagem, com algumas passagens denunciativas e de críticas ao Modo de Produção atual:

 

O POVO SERTANEJO.

 

 

Simples (não simplório), objetivo, forte nas vicissitudes – tão comuns em seu dia-a-dia -, violento nas paixões, firme nas decisões: esse é o sertanejo, este caminhante, andarilho das estradas perdidas (que sempre levam a lugar nenhum); desprovido de sorte, de políticas públicas, de condições culturais e de ambições excessivas, com uma visão anuviada do que está por vir, mas com uma irrepreensível esperança de dias melhores.

 

 É um homem de pele seca, mão calejada e uma mente repleta de sonhos. Sonhos comuns a todos os homens: ser feliz, amar e ser amado; vencer todos os obstáculos e galgar firme ao topo da montanha, conseguindo educar seus filhos, possuir uma morada digna, ter uma vida digna – desejo natural de todos. É desígnio da própria natureza. Mas o sistema capitalista – cruel, perverso e injusto - não lhe dá tal oportunidade. Não há distribuição de riquezas, não há saúde e educação públicas de qualidade, não há habitação para todos, não há quase nada para as classes pobres, em particular a sertaneja.

 

Nada obstante, o dia de ontem ficou para trás. É tempo e lugar de renascer. Como uma fênix, o sertanejo também é símbolo de renovação e persistência. É preciso seguir e viver. Vislumbrar o verde vale que se põe entre o vórtice de suas amarguras e o fim de suas esperanças. Ver o chão, a terra seca, que lhe é às vezes tão ingrata, e seguir, pois esse mesmo chão é também o seu berço, a sua morada, a sua vida, a tumba, o sonho nos devaneios de segurança, riqueza e felicidade. Ir avante, varrendo os enganos, as trapaças e as carcaças que dificultam seu caminho. Entornar a cachaça que suaviza a dor de seus lábios secos, bem como carregar nos ombros o peso de suas limitações, impostas pelos mais abastados, preservando, ainda, o leve fardo de suas aspirações, de seus desejos, de suas intenções. Desejos e intenções reprimidos por um Sol que esconde o verde, que cerra os olhos, que perfura as vistas, que lhe rasga as vísceras. Um Sol medonho e forte como ele próprio. E é por isso que ele segue, sem temer o que não sabe, sem saber o que há de vir.

 

O sertanejo é um homem diferente de tantos outros. Mesmo ferido por ter de abandonar sua terra, constantemente sonha com o retorno “à primeira chuva”. Sempre disposto a dar de si o máximo para que o seu sertão nunca morra, “é, antes de tudo, um forte”. Não possui o “raquitismo exaustivo dos mestiços neurasténicos do litoral”. É seco e duro como os tocos retorcidos que povoam seus momentos e sua terra murcha e árida. O verde vale de seus sonhos intercala suas visões. E ele até sorri, criança que ainda acredita em sonhos impossíveis de se tornarem realidade. Mas do seu íntimo, do seu recôndito, do escrínio de seu ventre partem forças que superam aqueloutras externas. Derrubando medos, deparando-se com ‘mitos’, olvidando a morte que ronda seu caminho e enfrentando os seus fantasmas, que dançam alucinadamente ao seu derredor, ele segue! E de dentro de seus olhos negros uma luz verde reverbera e corre sua face. Face seca e tosca como tudo aquilo que lhe permite o destino, ou melhor, o sistema e seus governantes. Esta luz empurra-lhe os passos e dá conforto a seu pobre coração.

 

É que, embora tudo prometa o nada-além, seus olhos ocultam a esperança de que há de nascer flores nas escarpas. O sertanejo é, pois, o retrato da força humana, a silhueta talhada em carne viva – sem retoques. Um homem sempre pronto a voltar, quando longe; e jamais disposto a partir, espontaneamente, quando em sua terra-mãe.



Escrito por Yuri Monteiro Brandão às 16h28
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FIQUEM ATENTOS, CAROS PRÉ-VESTIBULANDOS DO IMPACTO CURSO (AL):

A DISSERTAÇÃO.

 

 

A dissertação é uma seqüência de juízos; é a articulação de idéias e opiniões; é um conjunto de comentários a respeito de determinado assunto ou questão. Dissertar é debater, discutir, questionar. Estabelecer relações de causa e conseqüência. Polemizar!

 

Própria dos temas abstratos, dos problemas doutrinários, dos discursos jurídicos, das críticas, das teses, ela demonstra as nossas reflexões, o uso acertado de nossos conhecimentos, para a explicação – e não raro sustentação – de pontos de vista.

 

Embora toda dissertação consista em uma demonstração de teses, nela se podem distinguir três basilares objetivos: convencer alguém de alguma coisa, buscando influir no ânimo do leitor por meio de argumentos logicamente concatenados, provas, exemplos; dar a conhecer ou explicitar certo modo de ver qualquer questão, manifestando nossa maneira de avaliar um assunto e tomando posição diante dele; e discutir um tema, de forma que se possa interpelar e persuadir aquele com quem se dialoga.

 

Comumente a dissertação apresenta três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão.

 

A introdução (tópico frasal) é a apresentação do assunto. Sucintamente, informa-se o leitor quanto à finalidade da demonstração. Coloca-se o problema e se anuncia não o seu conteúdo, mas o encaminhamento de forma genérica. A atenção do leitor deve ser estimulada por uma frase ou juízo que sugere e não diz como será solucionado o entrave proposto. O prólogo normalmente contém uma frase, a qual compõe um resumo, uma sinopse do ponto de vista do autor. É o tópico frasal. Este pode apresentar-se de variegadas maneiras: uma declaração, uma citação, uma interrogação, uma definição.

 

A segunda fase, a do desenvolvimento, concerne à exposição dos juízos, das argumentações (raciocínio, provas, testemunhas, exemplos, ilustrações). Aqui o autor pode valer-se de argumentos próprios ou alheios, desde que justifique, fundamente, embase a idéia ventilada.

 

Alfim, tem-se o epílogo, a conclusão. Nesta etapa, faz-se uma reflexão pessoal que reafirma as idéias exploradas nos outros dois momentos. O desfecho depende, exclusivamente, dos juízos trazidos à baila, argumentados e justificados, dentro da lógica e do bom-senso.

 



Escrito por Yuri Monteiro Brandão às 13h56
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ESTE BLOG DESEJA QUE TODOS OS CANDIDATOS DA CCI (CENTRAL DE CONCURSOS IMPACTO) PARA O CONCURSO DE BOMBEIRO MILITAR (AL) TENHAM FEITO UMA EXCELENTE PROVA, AO PASSO EM QUE TORCE POR AQUELES QUE FARÃO O CONCURSO DA PM/AL, A REALIZAR-SE NO PRÓXIMO DOMINDO. ESTE ESPAÇO CULTURAL ESTÁ CERTO DA APROVAÇÃO DE VOCÊS! 

Escrito por Yuri Monteiro Brandão às 13h52
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